Colocamos lado a lado dois modelos de entrada e mostramos qual deles vale mais a pena.

Com a chegada do BYD Dolphin ao mercado brasileiro, o segmento de elétricos acessíveis ganhou um concorrente de peso. Colocamos o modelo chinês frente a frente com o Renault Kwid E-Tech em uma série de testes urbanos e rodoviários. O Dolphin impressiona pelo acabamento interno, central multimídia intuitiva e espaço generoso para cinco ocupantes. Já o Kwid aposta na simplicidade e no consumo reduzido como trunfos.

Durante a avaliação, o BYD Dolphin mostrou desempenho mais consistente, com motor de 94 cv e aceleração suave mesmo com o carro carregado. A autonomia também foi superior: 260 km reais contra os 170 km do Kwid em nosso trajeto misto. No entanto, o modelo da Renault ganhou pontos por ser mais compacto e fácil de manobrar, além de contar com menor custo de seguro e revisões.

O grande diferencial do Dolphin está na relação custo-benefício, especialmente considerando os itens de série: ar digital, câmera 360°, controle de cruzeiro adaptativo e carregador por indução. O Kwid E-Tech ainda é a opção mais barata no preço de entrada, mas mostra limitações importantes. Em resumo, o Dolphin se posiciona como o novo padrão de qualidade entre os compactos elétricos de entrada.

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